Mauricio Waldman

2012: Com o Gatão, felino decano da casa          2010: Palestrando na Câmara de Joinville           2006: Foto Verbete Wikipedia English Edition

Mauricio Waldman

1990: Autografando Conversão da Dívida      2004: Palestra Águas Globais em Ribeirão Pires       2010: Feira Internacional do Livro São Paulo

Mauricio Waldman

1990: Em evento na Represa Billings, no ABC           1999: Diretor da escola da FEBEM                       1996: Treinando Arco e Flecha outdoor

Mauricio Waldman

2011: Encontro Ambiental de Marabá, Pará   1998: Encontro Nacional de Geógrafos, Bahia    2015: Instituto Federal do Sul de Minas

Mauricio Waldman

1991: Secretário de Governo em São Bernardo     2006: Autográfos Editora Senac         2012: Com Rainhas e Princesas do Samba paulistano

sábado, 29 de junho de 2019

ENTREVISTA COM HERÓDOTO BARBEIRO - PROGRAMA RECORD NEWS


ENTREVISTA COM HERÓDOTO BARBEIRO - PROGRAMA RECORD NEWS (12:45 minutos)
https://www.youtube.com/watch?v=FondnlIL69s

Dia 20 de Junho último, compareci aos estúdios do Grupo Record para ser entrevistado sobre meu último livro, ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE, que versa sobre um líquido vital e imprescindível, a ÁGUA, que está escasseando numa velocidade sem precedentes, fonte de toda sorte de conflitos e conflagrações.

Fiquei muito contente boa impressão deixada pelo meu livro. Heródoto Barbeiro elogiou-me pessoalmente e deixou inclusive um convite para que todos confiram ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE.  Pois então, quem desejar conferir minha entrevista basta acessar o link que segue:

https://www.youtube.com/watch?v=FondnlIL69s

No mais, deixo aqui o convite para conhecer meu livro, disponibilizado em Formato PDF:

ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE - EDITORA KOTEV (KOTEV©)
ISBN 1230003255148, 506.193 CARACTERES E 65 FIGURAS
ACESSO:
http://www.mw.pro.br/mw/agua_escassez_e_conflitos_no_imperio_da_sede.pdf

Agradecendo a atenção de todos, desejo Boa Leitura e Bom Proveito da ENTREVISTA  e também de ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE.

Cordialmente

PROFESSOR PÓS-DOUTOR MAURÍCIO WALDMAN
Pós Doutor em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo
Pós Doutor em Geografia pelo Instituto de Geociências da UNICAMP
Pós Doutor em Meio Ambiente pelo PNPD - Fundação CAPES
Doutor em Geografia pela Universidade de São Paulo - USP

segunda-feira, 17 de junho de 2019

ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE – EBOOK DE ACESSO LIVRE NA INTERNET



ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE – EBOOK DE ACESSO LIVRE NA INTERNET

Fato indiscutível, a água tornou-se assunto presente no dia a dia das pessoas, grupos e nações. Poderíamos arrematar: um tema crucial, pois o que está em jogo é um líquido essencial às comunidades humanas e a todas as formas de vida. A gravidade do problema é flagrante. Basta consultar as manchetes e os noticiosos da Internet, rádio e televisão.

O que expressamente se anuncia é que a sede deixou de ser uma questão das regiões carentes de água para apresentar-se na forma de um impasse que ameaça o mundo moderno nos seus polos mais icônicos: metrópoles, centros produtivos, redes de distribuição e de consumo.

Portanto, a escassez do líquido tem alimentado prodigiosa coleção de pronunciamentos, artigos, livros e propostas. Porém, quase sempre as narrativas se detêm sobre os efeitos da crise hídrica, sendo que muito pouco é comentado sobre as origens do problema.

Neste sentido, Água: Escassez e Conflitos no Império da Sede é uma obra que tem por objetivo discutir as diferentes perspectivas associadas à água, pensando caminhos que permitam viabilizar um acesso amplo, justo e equitativo ao precioso líquido.

Por esta razão, Água: Escassez e Conflitos no Império da Sede pontua temáticas como os aspectos relacionados com a distribuição da água no meio natural e a importância dos fatores sociais, culturais, históricos, geográficos, políticos e econômicos no tocante à escassez do líquido, enfoques pautados e discutidos ao longo de todo o livro.

Do mesmo modo, Água: Escassez e Conflitos no Império da Sede contempla o debate dos contextos que tornaram a água um elemento impartível da balança de poder em todos os níveis e segmentos, relacionada que está às disputas que opõem povos, classes e grupos de interesse.

Em comum, estas pendências explicitam uma crise hídrica em cujo seio, diferentes atores se empenham em apossar-se de um líquido alçado à posição de fator estratégico, de vida e morte para as sociedades, quando na realidade, o que está em jogo é uma lógica ainda mais essencial: a garantia de um futuro viável para a Humanidade como um todo.

Assim, Água: Escassez e Conflitos no Império da Sede expõe a variada e complexa rede de implicações que demarcam o acesso às águas doces, trazendo novas informações e noções compromissadas com a preservação do líquido, acompanhadas da perspectiva ambiental e da preocupação para com o futuro próximo da Humanidade.

Sabe-se que uma reconhecida propriedade da água é o fato de ultrapassar os obstáculos postados no seu caminho, fluindo pelos desvãos do terreno e abrindo as portas para novas trajetórias. Água: Escassez e Conflitos no Império da Sede adota e reforça este entendimento, que no caso, exige da sociedade moderna idêntica determinação e vontade.

Esta obra, de autoria de Maurício Waldman, tem origem em diversas atuações do autor em diferentes momentos de sua trajetória intelectual, como professor, autor de papers e textos para a imprensa, assim como cursos e conferências, a partir do início dos anos 2000. Doutor em Geografia (USP) e Pós-Doutor em Relações Internacionais (USP), campos disciplinares nos quais o autor pesquisou profundamente a temática dos recursos hídricos, Maurício Waldman nos apresenta uma obra lapidar, de leitura obrigatória por todos os interessados nos destinos das águas doces.

ÁGUA: ESCASSEZ E CONFLITOS NO IMPÉRIO DA SEDE - ACESSO NA INTERNET:
ISBN 1230003255148 - EDITORA KOTEV (KOTEV©), 506.193 CARACTERES E 65 FIGURAS (21,67 MB).






quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Editora Kotev na Parada!

Logo Kotev

Em breve, a EDITORA KOTEV estará disponibilizando diversos títulos ao público leitor.

A decisão de criar a EDITORA KOTEV data do segundo semestre de 2012, por conta de entendimento do Professor Maurício Waldman quanto ao potencial do ambiente digital como referência de publicização e de acesso a textos de diferente natureza.

Em Maio de 2014 a EDITORA KOTEV passou a existir como pessoa jurídica. No primeiro semestre de 2015, foram prospectados e avaliados diversos serviços suporte editorial com recorte digital.

Optou-se pela KOBO, corporação com a qual a EDITORA KOTEV firmou vínculo institucional em Agosto de 2015.

A KOBO é uma empresa sediada em Toronto, no Canadá, cuja plataforma digital atende ao pressuposto de agilidade que a EDITORA KOTEV assume como essencial.

No mais, a KOBO distingue-se por reconhecido desempenho na área de e-reading e bookstore, hoje um dos mais solicitados em todo o mundo.

Na sequencia, a EDITORA KOTEV pactuou parceria em Outubro de 2015 com a LIVRARIA CULTURA, icônica casa comercial do ramo de publicações sediada na capital paulista.

Neste acerto, a LIVRARIA CULTURA ficou incumbida de disponibilizar os títulos da EDITORA KOTEV no seu site e de prestar serviços de divulgação.

A EDITORA KOTEV adota quatro pilares editoriais, tanto como campo específico quanto na interação destes entre si. São os que seguem:

• Defesa do Meio Ambiente
• Relações Internacionais
• África & Africanidades
• Educação Ambiental

A EDITORA KOTEV assume como valores:

• Respeito à diversidade humana
• Defesa do meio ambiente
• Livre exercício da visão crítica
• Igualdade de oportunidades
• Renovação e inovação tecnológica
• Bem estar econômico e social.

A EDITORA KOTEV tem por premissas:

• Incentivo ao espírito crítico
• Difusão do conhecimento opinativo
• Rever e repensar modos e estilos de vida
• Debate de novos caminhos para a sociedade brasileira.

Em Março de 2016, os primeiros títulos já estarão disponibilizados na home page da LIVRARIA CULTURA através da plataforma KOBO.

A EDITORA KOTEV tem a convicção de que terá muito terá a contribuir. Contamos com o apoio de todos que acompanharem nosso trabalho.

EDITORA KOTEV

CONTATOS:

EDITORIAL: editorial@kotev.com.br
ATENDIMENTO: atendimento@kotev.com.br
DIVULGAÇÃO: divulgacao@kotev.com.br
COMERCIAL: comercial@kotev.com.br

PÁGINA NO FACEBOOK:

https://www.facebook.com/Editora-KOTEV-148044122220921/?ref=hl

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Portal Waldman de Cara Nova


O Portal do Professor Maurício Waldman foi primeiramente ao ar em 21 de Novembro de 2002. O Portal foi reformulado e relançado na Internet em dois outros momentos: em 03 de Fevereiro de 2014 e posteriormente em 14 de Dezembro de 2015, momento em que assumiu a atual configuração.

Nesta última repaginação o Portal passou a incorporar um Ambiente de Negócios, oferecendo visibilidade para quatro áreas nas quais minha atuação profissional está centrada: Cursos & Palestras, Jornalismo & Geração de Textos, Consultorias e Coordenação Editorial.

No site, cada uma destas frentes de atuação foi sistematizada como portfólio das atividades desempenhadas e/ou em curso: artigos publicados na imprensa, temas de palestras, propostas de cursos, consultorias (meio ambiente, mercadologia e educação), assim como atuação no mercado editorial.

Ao mesmo tempo, o Portal mantém numeroso acervo de textos, entrevistas, livros, artigos acadêmicos, reportagens, ensaios, resenhas, arquivos de voz e vídeos, perfazendo uma autêntica Biblioteca Virtual, no ar desde o lançamento do site em 2002.

Esta Biblioteca Virtual, somando dez milhões de caracteres apenas em materiais com suporte escrito, está tematicamente organizada em seis campos do conhecimento: Antropologia, Geografia, Religião, Meio Ambiente, História e Relações Internacionais.

O Portal do Professor Maurício Waldman é um espaço virtual freqüentado por 500.000 a 1.000.000 visitantes em média por ano. Hoje, o constitui o maior acervo intelectual com titularidade individual disponibilizado na Internet brasileira.

Quem ainda não conhece Portal do Professor do Maurício Waldman, confira o site na sua nova formatação:

PORTAL DO PROFESSOR MAURÍCIO WALDMAN

Waldman Cursos & Palestras no Facebook



PREZAD@S:


Em 2016 estarei retomando minhas atividades como conferencista.

Falar em público sempre foi para mim atividade gratificante, trazendo-me muitas alegrias, felicidades e contentamento.

Pois bem: estou de volta!

Confiram os temas das palestras para 2016, assim como os respectivos flyers.

Estão todos disponíveis nos links que seguem:


PALESTRAS AMBIENTAIS:
http://www.mw.pro.br/mw_mw/index.php/palestras-waldman/174-palestras-ambientais

PALESTRAS EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
http://www.mw.pro.br/mw_mw/index.php/palestras-waldman/177-palestras-educacao-ambiental

PALESTRAS ÁFRICA & AFRICANIDADES:
http://www.mw.pro.br/mw_mw/index.php/palestras-waldman/175-palestras-africa-africanidades

PALESTRAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS:
http://www.mw.pro.br/mw_mw/index.php/palestras-waldman/176-palestras-relacoes-internacionais

WALDMAN CURSOS E PALESTRAS, LINK GERAL DE DIVULGAÇÃO:
http://mw.pro.br/mw/2015_Cursos_e_Palestras.pdf


Já está no ar no Facebook página própria de divulgação das palestras e conferências que estou propondo para 2016. Confiram:

FACEBOOK: WALDMAN CURSOS E PALESTRAS
facebook.com/mwcursosepalestras



MAIS INFORMAÇÃO & CONTATO


PROFESSOR MAURÍCIO WALDMAN                  FRANCESCO PICCIOLO ASSISTENTE
                   mw@mw.pro.br                                                    francesco@mw.pro.br

Seguindo para 2016!‏‏


2016: SERÃO 366 DIAS PARA:

SEGUIR NOSSAS IDEIAS

VIVER NOSSAS ESCOLHAS

TRILHAR NOSSO CAMINHO

CONQUISTAR O QUE QUEREMOS

BOAS FESTAS & FELIZ 2016!

São os votos do Professor Maurício Waldman

A Geografia do Racismo Estrutural


Tema que tem gerado verdadeiros rios de tinta, a questão do preconceito racial no Brasil pesponta inúmeras análises e depoimentos.

Contudo, frequentemente a discussão é escamoteada - mesmo que de modo não premeditado - por arrazoados que meramente se voltam para premissas pontuais e conjunturais desta questão.

O problema é que o racismo é um fenômeno profundo, que não se esgota em manifestações fenomênicas junto ao social. Isto, independentemente da freqüência com que irrompe.

Neste prisma, vale resgatar admoestação do geógrafo Milton Santos. Para ele, no Brasil:

A marca predominante é a ambivalência com que a sociedade branca dominante reage quando o tema é a existência, no país, de um problema negro. Essa equivocação é também duplicidade e pode ser resumida no pensamento de autores como Florestan Fernandes e Octavio Ianni. Para eles, entre nós, feio não é ter preconceito de cor, mas manifestá-lo” [...] “a chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado - lá embaixo - para os negros. E assim tranquilamente se comporta (Milton Santos, Ética enviesada da sociedade branca desvia enfrentamento do problema negro, 2011: 169-172).

Pois então, foi com a predisposição em pontuar os aspectos estruturais do racismo que optei, acatando a ponderação de Milton Santos, por escrever o artigo A GEOGRAFIA DO RACISMO ESTRUTURAL BRASILEIRO.

A GEOGRAFIA DO RACISMO ESTRUTURAL BRASILEIRO
foi publicado em 18-11-2015 pelo jornal O IMPARCIAL, de Presidente Prudente. O artigo discute a temática do preconceito racial no Brasil na ótica da geografia, exibindo dados e reflexões sobre o tema, assim como a persistência desta barreira à plena cidadania para milhões de brasileiros.

A GEOGRAFIA DO RACISMO ESTRUTURAL BRASILEIRO pode ser acessado pelos interessados no link que segue. Bom proveito.

Lixo: A Disputa por aquilo que Sobra


Em grande número de avaliações, a questão da gestão dos resíduos sólidos está circunscrita a aspectos técnicos ou avalizam temários anódinos, apologéticos de uma noção de cidadania que subentende a catação como um passaporte a priori para a inclusão social.

Na realidade - e a despeito de um pool de políticas sociais levadas a cabo nos últimos anos - os catadores constituem a epítome de uma sociedade marcadamente dessimétrica, averbação que ainda mantém toda sua força.

Nessa via de entendimento, avalizar políticas inclusivas requer um quadro de referências bem mais amplo e complexo, atinente aos nexos contraditórios que regem a sociedade brasileira.

Pontuando melhor: para as recicladoras, os descartes constituem matéria-prima. Mas, para o segmento fabril “tradicional”, a reciclagem funciona apenas como possibilidade de minimizar custos de produção.

Quanto aos que estão devotados em recuperar energia do lixo através da incineração, estes entendem os rejeitos como combustível e não como materiais reaproveitáveis. Para os que gerenciam aterros e a coleta do lixo, o que interessa é a quantidade de refugos domésticos disponíveis para ser abduzida, e não a sua recuperação.

Por sua vez, aspectos econômicos envolvidos na catação não são vistos na mesma perspectiva pelos catadores “avulsos” ou pelas cooperativas.

Envolvendo, pois uma diferenciada ciranda de motivações e procedimentos, a gestão do lixo sugere um apanhado crítico, vocacionado a expor o contraditório e os dilemas que pespontam por este temário.

Foi com tal pretensão que confeccionei o texto RECICLAGEM, CATADORES E GESTÃO DO LIXO: DILEMAS E CONTRADIÇÕES NA DISPUTA PELO QUE SOBRA.

RECICLAGEM, CATADORES E GESTÃO DO LIXO: DILEMAS E CONTRADIÇÕES NA DISPUTA PELO QUE SOBRA foi publicado pelo Boletim Paulista de Geografia, da Associação dos Geógrafos Brasileiros, nº. 93, pp. 131-145.

O material está a disposição dos interessados. Confira-se:

Amy Winehouse: Voz que deixa saudades


Durante o curto período em que Amy Winehouse (1983-2011) compartilhou este mundo com seus admiradores, suas canções e sua voz foram um sucesso incontestável.

Nascida no seio da comunidade judaica de Londres, Amy deixou-nos o legado de amplo repertório de canções magníficas.

Embora o sucesso tenha batido às portas da cantora já em 2003, foi três anos após, em 2006, com o lançamento do seu segundo álbum, Back to Black, que Amy Winehouse foi alçada à uma proeminência mundial como artista.

Back to Black obteve amplo sucesso comercial, alcançando as mais elevadas posições no ranking internacional.

Back to Black obteve a primeira posição no hit parade em 23 países, incluindo o Reino Unido, Áustria, Alemanha e Dinamarca, chegando nos EUA à segunda posição.

Legado musical de primeira ordem, segue clip e letra de Back to Black, em inglês e português:




Back To Black


He left no time to regret
Kept his dick wet
With his same old safe bet
Me and my head high
And my tears dry
Get on without my guy
You went back to what you knew
So far removed from all that we went through
And I tread a troubled track
My odds are stacked
I'll go back to black

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

I go back to us

I love you much
It's not enough
You love blow and I love puff

And life is like a pipe
And I'm a tiny penny rolling up the walls inside

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

Black, black, black, black, black, black, black
I go back to
I go back to

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to

We only said goodbye with words
I died a hundred times
You go back to her
And I go back to black


De Volta Para a Escuridão

Ele não teve tempo para se arrepender
Manteve seu pinto molhado
Com sua segura e velha aposta de sempre
Eu e minha cabeça erguida
E minhas lágrimas secas
Passar sem o meu cara
Você voltou para o que você conhecia
Tão distante de tudo que passamos
E eu trilho um caminho conturbado
Minhas chances estão empilhadas
Eu vou voltar para o luto

Nós nos despedimos apenas com palavras
Eu morri umas cem vezes
Você voltou para ela
E eu voltei para

Eu voltei para nós

Eu te amo tanto
Não é suficiente
Você ama cocaína e eu amo maconha

E a vida é como um tubo
E eu sou um pequeno centavo rolando parede a dentro

Nós nos despedimos apenas com palavras
Eu morri umas cem vezes
Você voltou para ela
E eu voltei para

Escuridão, escuridão, escuridão, escuridão, escuridão, escuridão, escuridão
Eu voltei para
Eu voltei para

Nós nos despedimos apenas com palavras
Eu morri umas cem vezes
Você voltou para ela
E eu voltei para

Nós nos despedimos apenas com palavras
Eu morri umas cem vezes
Você voltou para ela
E eu volto para a escuridão

As Telas Extraordinárias de Paul Delvaux


Nas nossas preferências, somos muitas vezes motivados por uma ordem de razões nem sempre evidentes a nós mesmos.

Isto porque gostar ou não de algo é uma predicação frequentemente enraizada em nexos demasiado profundos para serem clarificados por uma ordenação racional de mundo.

Sempre senti, por exemplo, atração irresistível pelas sedutoras imagens que nos são presenteadas pela diversificada coleção de obras assinadas pelos pintores surrealistas.

Mas não com a mesma intensidade.

Há os que me atraem mais, ou bem mais do que os outros. Dos grandes nomes da corrente surrealista, a obra do pintor belga Paul Delvaux (1897-1994) sempre contou com meu favoritismo.

Tecnicamente, Delvaux mantinha clara proximidade com padrões pictóricos clássicos e acadêmicos. Ao mesmo tempo, suas obras revelam fixação por temas carregados de mistério, paisagens e pessoas que materializam mundos oníricos carregados de forte subjetividade.

Mormente, tal propensão é tonificada quanto as telas do pintor retratam imagens associadas à figura da mulher, protagonizando cenários nos quais o erotismo é diluído numa atmosfera de sonhos densos, solitários e inquietantes.

Todavia, esta conclusão é minha.

Cabe a cada um fazer suas próprias deduções.

Basta consultar os dois acervos digitais que seguem:


Livro de Cabeceira: O Aleph, de Jorge Luis Borges


Ainda muito jovem tomei contato com a obra do escritor argentino Jorge Luis Borges.

Desde então, nunca mais deixei de pensar no que páginas e páginas de textos bem construídos, laboriosos e instigantes me transmitiram.

Detentor de um estilo inusual e labiríntico, os cenários nos quais Borges situa os personagens assim como a propensão fantástica da sua literatura me arrebataram desde o primeiro momento.

Um autor sem dúvida alguma marcante na minha formação.

A obra de Borges é profunda e erudita. Seus textos traduzem literariamente conceitos existenciais complexos, que resistem a um entendimento linear.

Foi esta a marca deixada pela leitura voraz de El Aleph (O Alef, 1949), famosíssima obra prima do escritor, que li em 1973 aos dezoito anos.

Além de El Aleph, li praticamente toda a obra de Borges e nunca uma única vez. Como toda obra minuciosa merece, repeti com devoção a leitura dos textos de Borges. Até porque os textos de Borges sempre nos revelam o inédito a cada nova leitura.

Mesmo hoje, mais de quatro décadas após meu primeiro contato com Borges, recordo-me de muitas das suas sábias colocações, ponderações que contribuem para que o mundo se torne para mim algo menos ininteligível do que é.

Note-se que a despeito do brilhantismo da sua produção, Jorge Luis Borges nunca foi laureado com o Premio Nobel. Muitos argumentam - com boa dose de razão - que o conservadorismo político do escritor inibiu a concessão da honraria.

Uma coisa é certa: o repúdio a Borges sempre foi uma unanimidade entre os setores politicamente engajados da esquerda.

Mas isto não nega em nada a receptividade conquistada pelos seus textos. Tampouco o reconhecimento mundial do valor da sua literatura. Sua obra foi traduzida para praticamente todas as línguas de prestígio, sempre agremiando legiões de admiradores.

Nascido em Buenos Aires em 1899, Borges faleceu na Suíça, país onde desenvolveu parte de sua formação, em 1986. Viveu de modo recluso, imerso na sua cegueira e nas geniais percepções que captava e transmitia nos seus escritos.

Afortunadamente, o texto de O Alef está disponibilizado na Internet. Assim, todos os que desejam ingressar no universo fascinante da pena de Jorge Luis Borges podem fazê-lo a qualquer momento.

Inclusive agora:

A Vaca Sagrada é Útil


Na órbita do debate antropológico, a despeito de minha filiação com vertentes que priorizam a percepção, entendo que nenhuma corrente pode ser ignorada.

Mutatis mutandis, toda escola de pensamento têm algo a colocar, assertiva também válida para o materialismo cultural.

O Materialismo Cultural trabalha com premissas enraizadas no pensamento marxista. Porém, nunca se restringindo a este ideário.

Axiomaticamente, esta perspectiva foi definida pela primeira vez na obra do antropólogo norte-americano Marvin Harris (1927-2001), particularmente em seu entronizado The Rise of Anthropological Theory (1968).

Sumarizando, para o materialismo cultural a apreensão da dimensão cultural não pode ser dissociada da esfera econômica, política e ideológica, sempre observadas em associação com um dado contexto histórico.

Isto implica numa ampla moldura de análise, apreendendo desde os ângulos conhecidos ou verificáveis de uma ordem social, até as formas assumidas pelas manifestações culturais nas diferentes texturas sociais.

Foi inspirado na memorável contribuição de Harris que escrevi A VACA SAGRADA É ÚTIL, artigo publicado pelo jornal O IMPARCIAL na edição de 03-11-2015.

A VACA SAGRADA É ÚTIL busca responder uma indagação seminal: Afinal, Por que as vacas são reverenciadas na Índia?

A VACA SAGRADA É ÚTIL fornece algumas pistas para entender as razões da devoção indiana aos bovinos. E mais: a influente fundamentação ambiental que comanda o fenômeno.

Ao longo do texto, a explicação apela para as teses de Marvin Harris.

Para conferir, basta acessar:

Pedalando em Berlim



Durante muitos anos dediquei-me com afinco ao ciclismo. Pedalei distâncias a perder de vista no dia-a-dia. Poderia inclusive afirmar que se tratava de um vício.

Como creio que atraímos o inusitado a partir do que praticamos com devoção, de pedalada em pedalada terminei participando do Berliner Farhad - Edição de 1995.

Memorável evento berlinense dedicado a ciclismo, o Berliner Farhad é um acontecimento anual com trajeto prefixado que circunscreve toda a mancha urbana de Berlim. Dezenas de milhares de berlinenses participam desta cicleata.

Na ocasião, pedalei durante doze horas seguidas, acompanhando multidão de 300.000 amantes da bicicleta. Meu esforço foi recompensado: cheguei entre os 5.000 primeiros colocados dentre os participantes do circuito.

Na foto, estou numa das paradas do Berliner Farhad - Edição de 1995, bem em frente ao monumento dedicado aos pais do socialismo científico: Karl Marx e seu fiel parceiro Friedrich Engels, um marco icônico da antiga Berlim Oriental.

Instintivamente, penso que há uma indissolúvel ligação entre minhas longas pedaladas na capital paulista no início dos anos 1990, e esta foto, batida por um amigo na distante cidade de Berlim.

É o que penso e imagino.

É o que aconteceu.

Lixo não tem Sexo


A antropologia é um notável e pródigo veio de especulações sobre a questão dos resíduos sólidos. Porém, não tem recebido a devida atenção dos especialistas, neste rol incluídos os que se dedicam ao estudo do lixo.

É deste modo que, por exemplo, a memorável obra do antropólogo norte-americano William Bill Rathje, emérito fundador da Garbology (Lixologia em português), permanece solenemente desconhecida no país.

Foi com a intenção de questionar, com base nas pesquisas de William Rathje, um entendimento amplamente equivocado que define o lixo como "reflexo da sociedade" que escrevi o texto LIXO NÃO TEM SEXO.

Texto voltado para público amplo, o artigo foi publicado pelo jornal O IMPARCIAL, de Presidente Prudente, na edição de 22-09-2015.

LIXO NÃO TEM SEXO alcançou grande repercussão entre todos os leitores e na internet, razão pela qual entendi que um post específico do artigo faria todo sentido.

Segue, pois o link de LIXO NÃO TEM SEXO para todo interessado ler e avaliar:

Para Pensar: A Paráfrase do Imperador Chinês


O ano era 1793 e a ocasião, um momento solene.

Afinal, tratava-se do primeiro contato diplomático que o Reino Unido estabelecia com o antigo e poderoso Tsong Go, O País do Centro, fórmula nitidamente etnocêntrica pela qual os chineses referem-se à sua área civilizatória.

Os ingleses traziam junto com a comitiva de Lord George Macartney, o embaixador do Reino Unido, uma série de aparelhos e invenções com os quais esperavam impressionar a corte chinesa nas suas petições de abertura da China para o comércio inglês.

Tudo em vão. Embora nas décadas seguintes o povo chinês viesse a pagar altíssimo tributo em sofrimentos em subestimar o Ocidente, entenda-se que nada disso parecia estar prefigurado nos finais do século XVIII.

Deste modo, na sala de recepções do vasto palácio Imperial, diante do enviado de sua majestade britânica, o imperador chinês Quianlong comunicou-lhe, através de um arauto, o que está sintetizado na paráfrase que segue:


“Disponho de tudo o que preciso e de nada necessito. Palpiteiros não são bem vindos. Intrusos devem manter distância”.


Postura talvez pedante, a comunicação do imperador chinês certamente se inscreve, por outro lado, na longa e orgulhosa trajetória de uma brilhante civilização, superada pelos ocidentais apenas a partir da era oitocentista.

Durante séculos a China colecionou memoráveis feitos em todos os campos, o melhor que o mundo poderia exibir em termos de talento criativo e civilizatório.

Foi ao mesmo tempo - e exatamente por estas mesmas razões - assediada continuamente por competidores hostis e invasores cruéis, cujo objetivo sempre foi saquear o acervo de conhecimentos e as riquezas da China.

Muitas vezes povos e civilizações - assim como também os indivíduos – expressam condutas geradoras de inconformidade e constrangimento.

Mas apenas a história, advertiu o brilhante geógrafo Milton Santos, nos instrui sobre o significado e a verdadeira natureza das coisas.

Frase - ou paráfrase - para meditar e pensar.

Waldman e Florestan Fernandes


A fotografia deste post é uma das que compõem meu álbum de fotos pessoal e pela qual tenho grande apreço. Creio que não é por pouco.

Na foto sou eu debatendo sobre a questão racial no Brasil com o grande mestre Florestan Fernandes (1920-1995), registro de evento promovido pelo movimento negro da capital paulista lá pelos idos de 1988.

Certamente o instantâneo faria qualquer cidadão se sentir honrado.  Na época, somando eu apenas 33 anos de vida, trocar idéias com Florestan Fernandes numa mesa pública de debates não seria de modo algum uma mera nota na minha agenda pessoal.

Florestan foi um grande nome das ciências sociais no Brasil. Sociólogo e autor de mais de 50 obras, foi professor titular na Universidade de São Paulo (USP). Eleito Deputado Federal em dois mandatos (1986-1990 e 1990-1994), distinguiu-se por seu protagonismo na questão da inserção social do negro na sociedade brasileira.

Florestan materializou esta solidariedade através de atos políticos em defesa de coberturas legais para criar suportes inclusivos para a comunidade negra.

Defendendo a aplicação de políticas públicas especiais de suplementação educacional, social e econômica para o segmento afro-brasileiro, na visão de Florestan Fernandes tais programas constituiriam experimento crucial para democratizar o país e libertar a sociedade nacional do passado escravista.  

Note-se que nos finais dos anos 1970, alavancada pelos movimentos sociais e por membros da intelligentsia - dentre os quais evidentemente o icônico Florestan Fernandes - a questão do negro ingressou na ordem do dia.

Foi com lastro nestas ações que, por exemplo, os direitos dos quilombolas são inscritos na Constituição de 1988 e que a Lei nº. 10.639, de 09-01-2003, tornou obrigatória a temática negro-africana no ensino médio e fundamental.

São conquistas com as quais me identifico. E certamente, também o grande mestre Florestan Fernandes.

Deixo esta foto como registro de um passado que se renova no presente.

É isso.

O Colapso da Favela High Tech


Poucos contextos sociais na história brasileira suscitaram debates tão apaixonados quanto a suposta afluência que de um dia para outro, teria alçado milhões de miseráveis à condição de consumidores sorridentes e felizes.

Averbação criticada por todos que possuem um mínimo de senso crítico, a irrupção no cenário econômico-social do que alguns denominaram de “Nova Classe Média” (NCM), se por um lado esteve perpassada por fabulações, suscitou igualmente ampla coleção de desdobramentos na economia, particularmente na esfera do consumo e dos impactos ambientais que lhe são pertinentes.

Foi assim que no Segundo Semestre de 2015, no transcorrer da confecção do Relatório do meu Terceiro Pós-Doutorado, pesquisa financiada pelo Programa Nacional de Pós Doutorado da fundação (PNPD), mantido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Fundação CAPES), escrevi o artigo O COLAPSO DA FAVELA HIGH TECH.

O COLAPSO DA FAVELA HIGH TECH, texto publicado na edição de 10 de Novembro de 2015 do jornal O IMPARCIAL, de Presidente Prudente, é um dos muitos artigos que escrevi para a COLUNA PENSAR & REPENSAR, seção sob minha titularidade editorial desde Junho de 2014.

O COLAPSO DA FAVELA HIGH TECH analisa criticamente a euforia dos anos Lula, a delirante difusão do conceito de NCM, o estímulo ao consumismo irresponsável, a mistificação econômica e as graves implicações que esta bolha de ilusões trouxe para o país, principalmente para os setores empobrecidos da população a partir da gestão Dilma Rousseff.

Para acessar O COLAPSO DA FAVELA HIGH TECH, segue o link para os interessados:

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ENTREVISTA WALDMAN PARA TV UNESP DE MARÍLIA


A despeito de enorme potencial hídrico de que dispõe, o Brasil está temeroso do avanço da escassez de água. Mesmo dispondo de 12% das águas de superfície do mundo, o país - que detém o maior acervo hidrológico do Planeta - segue a mercê do fantasma das torneiras secas.

Contudo, o essencial da crise hídrica que ensombra o país decorre de problemas de gestão das águas. A crise de governança é que na realidade está no centro desta discussão. E sem o equacionamento desta variável, a crise de um ponto de vista estrutural irá não só continuar como também recrudescer.

Foi exatamente com este foco em pauta que desenvolvi minha participação no Programa na Livraria. Tendo a frente o colega jornalista Mário Milani, a entrevista fluiu através de uma conversa aberta, apontando para vários desdobramentos do tema, particularmente os que incluem a pauta ambiental e as políticas públicas.

Transmitido pela TV UNESP Marília, minha entrevista teve 24 minutos de duração no total. Divulgada a partir de 15 de Maio de 2015, certamente marcou posição na direção de se repensar a gestão das águas doces no país.

Confira a entrevista que concedi para o Programa Na Livraria no link em arquiuvo MP4 que segue:


UM METEORO CHAMADO WALDMAN


Os meteoros constituem um dos elementos que mais fascinam a imaginação humana.

Desde os primórdios da história existem registros entre todos os povos e culturas relativos a corpos celestes que despencam do céu sem qualquer aviso, eventualmente causando sérios estragos.

Por sua vez, a moderna pesquisa científica comprova que as estrelas cadentes - como são poeticamente denominados - alcançaram a Terra desde a formação do sistema solar. Toda a superfície do Planeta exibe cicatrizes que comprovam o potencial altamente impactante destes fragmentos de matéria interestelar.

E eis que para realçar as imagens geradas pelas leituras que fazia desde criança sobre o sistema solar, tomo conhecimento da existência do Meteoro Waldman.

Este astro foi descoberto em 1999 pela Equipe do Lincoln Near-Earth Asteroid Research, centro de pesquisas sob responsabilidade na National Aeronautics and Space Administration (NASA), localizado em Socorro, no estado do Novo México, EUA.

Este meteoro se enquadra na categoria dos Near-Earth Object (NEO). Isto é, astro situado próximo da Terra. No caso, a órbita do Meteoro Waldman integra o cinturão de asteróides situado entre Vênus e Marte. Portanto, é astronomicamente, considerado vizinho do nosso Planeta.

O nome do meteoro consagra a trajetória de parente afastada de cidadania norte-americana, Sarah Waldman, premiada em 2003 pela Intel Internacional Science and Engineering Fair em razão de festejado projeto no campo das ciências sociais e comportamentais, assim como por sua atuação no Roslyn High School de Nova Iorque.

De minha parte - sem com isso relegar para segundo plano o fato do astro ter sido batizado com um sobrenome que também é meu - espero que o Meteoro Waldman continue exatamente onde sempre esteve. Bem quietinho, bem longe daqui.

Não seria nada bom saber que este astro possa criar problemas no Planeta onde moro e por cujo equilíbrio tenho consagrado o melhor das minhas energias.

Para quem desejar dados técnicos sobre o Meteoro Waldman, segue link direcionado para a ficha técnica da NASA:

CAFÉ DA MANHÃ COM PEDRO NASTRI


Em 18 de Agosto comecei o dia com um café da manhã com o jornalista Pedro Nastri na Padaria Santa Thereza. Localizada na Praça João Mendes, na Sé, em São Paulo, o estabelecimento detém o título da mais antiga padaria da capital paulista. Para conhecimento: foi fundada em 1872. 

O Pedro Nastri - ou Pedrão, como sempre o chamei - é um amigo querido, sempre lembrado e sempre gostado, com o qual desfruto de longa amizade. Tenho grande orgulho de ter o Pedrão como amigo. Antigo ativista político no combate à ditadura militar, jornalista da gema, para mim é uma honra usufruir da sua amizade e companhia. 

Hoje Presidente da União Brasileira de Imprensa, ele continua a ser o que sempre foi: amigo leal, pessoa simples, inteligente e sempre aberto para discutir qualquer assunto. 

Um grande amigo, com o qual compartilho muitas idéias e opiniões. Um amigo de toda vida!

TERCEIRA ENTREVISTA WALDMAN 2015 UNISINOS DISCUTE A ENCÍCLICA LAUDATO SI


Registrar que fiquei contente em ser entrevistado pela terceira vez no ano de 2015 pela prestigiada Revista do Instituto Humanitas Unisinos é pouco. Na realidade, senti-me muito honrado. Afinal trata-se de um informativo de ponta e de alcance nacional. Então, como não se sentir satisfeito com mais um convite para ser entrevistado?

Na sequência, no começo de Agosto, poucos dias após conceder a entrevista, acompanhei o depoimento escrito na edição especial da Revista do Instituto Humanitas Unisinos. O foco principal da publicação foi a Encíclica Laudato Si, a chamada “Encíclica Verde”, lançada pelo Papa Francisco em 18-06-2015.

Esta edição especial da Revista teve por chamamento O Ecomenismo da Laudato Si: da crise ecológica à ecologia integral. Consistindo numa edição de 137 páginas, o material reuniu depoimentos de diversos nomes de proa do meio científico, da comunidade ambientalista, do campo teológico, da elaboração filosófica e do pensamento ecumênico.

Minha entrevista foi publicada sob o título MANIFESTO ECO-MODERNISTA E LAUDATO SI: DUAS VISÕES DA CRISE ECOLÓGICA. Quem desejar tomar conhecimento do material, basta acessar o link que segue: 


ROCKET MAN: SUCESSO MARCANTE DE ELTON JOHN


Elton John, cujo nome civil é Reginald Kenneth Dwight, nasceu em Londres em 25 de março de 1947. Elton é o que poderia ser classificado como cantor de sucesso: 35 discos de ouro e 25 discos de platina. Além de vender mais de 450 milhões de cópias das suas músicas em todo o mundo, o cantor participou de mais de 3.500 concertos ao redor do mundo.

Homossexual assumido, Elton John começou a se interessar pela carreira musical desde jovem. Sua voz vibrante juntamente com seu desempenho notável no piano o tornou, em enquête promovida pela Billboard em 2008, o cantor solo de maior sucesso da história.

Um dos maiores hits de Elton é a canção Rocket Man, Astronauta em português. Foi composta por Elton John e Bernie Taupin, executada originalmente pelo cantor em 1972. A letra da música é inspirada no conto The Rocket Man, que compõe a coletânea The Illustrated Man (O Homem Ilustrado, traduzida para o português como O Homem Tatuado), de autoria do famosísimo Ray Bradbury.

Rocket Man descreve a mistura de sentimentos que acodem à mente de um astronauta ao deixar o Planeta Terra. Embora citando a família, o emprego e o espaço, na realidade a música versa sobre o encontro do Astronauta com ele mesmo. Rocket Man foi classificada em 2004 pela crítica internacional como uma das 500 melhores canções de todos os tempos.

Fato que por si só faz de Elton John um músico digno de todo o respeito. Segue o clipping de Rocket Man legendado para o português.


A FORÇA DA ARTE


A organização Germen Crew em parceria com o governo do México, revitalizou a comunidade de Las Palmitas inteira apenas com o uso da arte do grafiti, na cidade de Pachuca.

O objetivo era tirar a imagem negativa do bairro, e para isso, artistas pintaram 209 casas, ou vinte mil metros quadrados de fachadas por 14 meses.

A obra é uma homenagem ao vento, já que o apelido da cidade é “La Bella Airosa”, uma frase espanhola que significa “a cidade de belos ventos”.

“Cada cor representa a alma do bairro. Tem sido um esforço de toda comunidade, cada família tem participado de alguma forma“, disse o diretor do projeto, Enrique “Mybe” Gomez, para o jornal The Guardian.

No total, 452 famílias foram beneficiadas. E segundo relatos locais, o índice de violência entre os jovens diminuiu consideravelmente, provando que o projeto é um grande sucesso.

De acordo com o diretor Mybe, antes da grafitagem ser feita, Las Palmitas era mais uma área onde as pessoas evitavam sair às ruas depois de anoitecer. Mas agora ele começou a notar pessoas na rua conversando entre si e mais crianças fora de casa.

“Honestamente, o que mais me surpreende é ver que as pessoas estão realmente mudando“, disse o diretor da grafitagem. “Eles estão crescendo, há mais espírito comunitário. As pessoas estão cuidando da segurança do bairro com suas próprias mãos“.

A recepção do projeto foi tão positiva que os planos para grafitar outra região já está em andamento. A próxima parada deve ser “Cubitos”. 

Para ver imagens e vídeo do projeto na reportagem original:

SEGUNDA ENTREVISTA WALDMAN 2015 UNISINOS DISCUTE O ECOMODERNISMO


Na esteira da repercussão da Tradução do Manifesto Eco Modernista para o português fui entrevistado pelo Boletim da Universidade Unisinos (IHU Ideias) a respeito das teses deste documento.

A entidade responsável pela entrevista, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), é uma instituição privada jesuíta localizada em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A UNISINOS foi a primeira universidade latino americana a receber Certificação Ambiental ISO 14001. No Índice Geral de Cursos 2014 do Ministério da Educação, a UNISINOS é a segunda melhor universidade privada do país e melhor graduação dentre as privadas.

Por fim, o Boletim da Universidade Unisinos é hoje em dia o mais influente e prestigiado informativo ambiental brasileiro.

O depoimento Manifesto Eco-Modernista e a Crença Tecnológica como Superação da Crise Ambiental - Entrevista Especial Boletim UNISINOS com Maurício Waldman pode ser acessado no link que segue:

As citadas 6080 entradas na Internet podem ser visualizadas no fac-símile digital no link que segue:


Seguem também links de quatro outras entrevistas que concedi para o Boletim Unisinos:

O milagre da multiplicação dos lixos e a encruzilhada da política nacional de resíduos sólidos
Entrevista Concedida para IHU On-line, 27-02-2015:

Decifrar o lixo, decifrar perspectivas
Depoimento Concedido para IHU On-line, em 28-08-2014:

A civilização do lixo
Entrevista concedida para IHU On Line, 02-12-2012:

A era do lixo
Entrevista concedida para o Boletim Notícias da UNISINOS, 11-11-2011:

LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS, CINCO ANOS DE SUCESSOS


LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS, meu 16º livro, foi lançado em Agosto de 2010 na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Para minha total satisfação, a obra tem alcançado excelente repercussão. 

Há quem diga que livros são que nem filhos. Neste sentido, há sempre um preferido. Pois então, na área ambiental LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS é meu livro do coração. 

Seria meritório registrar que LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS foi obra finalista no quesito de Melhor Livro de Ciências Naturais do Prêmio Nacional JABUTI de 2011

Além disso, LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS tornou-se a primeira publicação sobre resíduos sólidos a ser lançada na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Quem desejar informação sobre LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS, que tantas alegrias me trouxe, continua e continuará trazendo, pode ter uma idéia sobre a obra a partir da visão panorâmica da capa e contracapa, projeto gráfico contemporâneo que protege cuidadosa edição em papel reciclado. 

Para conferir capa e contra-capa de LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS, é só clicar:

Outras informações sobre LIXO: CENÁRIOS E DESAFIOS estão postadas no meu Portal. Basta clicar: 

Por fim, seria meritório registrar a reportagem do jornalista André Vieira, do Diário do Grande ABC, a quem devo a gentil cobertura do lançamento do meu livro na Bienal do Livro de 2010: